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sábado, 23 de julho de 2016

Diarista espancada ao reagir à cantada morre em hospital de Niterói

Foto: Divulgação

Depois de quatro meses internada em estado grave e lutando pela sobrevivência, a diarista Michelle Ferreira Ventura, de 30 anos - espancada após reagir a uma cantada, na Ilha da Conceição, em Niterói - morreu na tarde de ontem.
Michelle, que deixou três filhos, foi agredida a pauladas no dia 14 de março, na Travessa Crispim, depois de reclamar dos assédios diários de Leonardo Bretas Vieira Mendes. No início de abril o acusado foi preso por policiais da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói.
Michelle passou por uma cirurgia neurológica e apresentou falhas na memória durante o período em que esteve internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), no Fonseca, em Niterói. Até o final da noite de ontem, o corpo da diarista permanecia no Instituto Médico Legal (IML) do Barreto, em Niterói.



domingo, 17 de julho de 2016

PM é morto em confronto

Foto: Leonardo Ferraz



Militar foi atingido por tiro de fuzil durante operação no Morro do Bumba, em Niterói.
Mira chegou a ser socorrido pelos colegas de farda, mas morreu no Hospital Azevedo Lima.

O soldado da PM Carlos Eduardo dos Santos Mira, de 33 anos, foi morto durante confronto entre policiais do 12ºBPM (Niterói) e traficantes do Morro do Bumba, no bairro Viçoso Jardim, Zona Norte de Niterói, na manhã de ontem.
Lotado no Grupamento de Ações Táticas do batalhão de Niterói, Mira e sua equipe realizavam uma operação para combater o tráfico de drogas na localidade conhecida como Sem Terra quando os agentes foram recebidos a tiros por três criminosos armados de fuzil, que estavam escondidos num matagal. Um dos disparos atravessou o braço do soldado e atingiu seu coração. O PM ainda foi socorrido pelos colegas de farda e encaminhado para o Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), no Fonseca, mas não resistiu. O comandante do 12ºBPM, coronel Fernando Salema, esteve na unidade de saúde e lamentou a morte de seu agente. “O Mira era muito combatente. Foi uma fatalidade. O tiro pegou justamente onde não tinha placa de colete. Infelizmente, agora é mais um policial que entra para a estatística. Um jovem, que morreu em serviço, mas fazendo o que gosta. Ele poderia estar aproveitando o sábado com a sua família, mas estava atuando para defender uma sociedade que não nos apoia. E essa falta de movimentação popular nos assusta. Não temos o apoio de ninguém. Nós choramos e velamos os nossos mortos, convivemos com as nossas dores e não temos ninguém para compartilhar. Sabemos que corremos o risco, mas nunca esperamos que algo aconteça”, desabafou Salema. Casado e pai de três filhas, Mira é o 61º morto no Rio apenas nesse ano. O crime será investigado por agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo.



sábado, 16 de julho de 2016

PERFIL DO SECRETÁRIO


Nome: José Mariano Benincá Beltrame



Histórico profissional: Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em Administração de Empresas e Administração Pública pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especializou-se em Inteligência Estratégica na Universidade Salgado de Oliveira e na Escola Superior de Guerra.

Fez curso de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública e de Análise de Dados de Inteligência Policial, Sistema Guardião. Ingressou no Departamento de Polícia Federal no ano de 1981 como agente, principalmente, na área de repressão a entorpecentes. Exerceu funções no setor de inteligência, combatendo o crime organizado em vários Estados brasileiros.

Ministrou aulas e palestras no Curso de Pós-graduação em Inteligência e Segurança Pública da Universidade Federal do Mato Grosso. Na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, como delegado de Polícia Federal, foi coordenador da Missão Suporte, chefe do Serviço de Inteligência e da Interpol.


PM do Rio raciona até combustível e projeto das UPPs parou


A crise financeira que atinge o Estado do Rio de Janeiro também tem afetado a Polícia Militar. As patrulhas da corporação circulam com combustível racionado, os helicópteros pararam por falta de manutenção e os policiais estão com salários atrasados. Projeto pioneiro de combate à violência em favelas, a polícia de pacificação deixou de se expandir. Tão cedo as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) não terão novos postos.
A Secretaria de Segurança do Estado sofreu um corte de 32% no orçamento deste ano --perdeu R$ 2,2 bilhões dos R$ 7 bilhões previstos. Simultaneamente à crise, crescem os índices de violência. Segundo o ISP (Instituto de Segurança Pública), ligado à secretaria, em maio foram registrados 368 homicídios dolosos, acréscimo de 21 vítimas em relação ao mesmo mês do ano passado (6,1% de aumento).
Os roubos de rua aumentaram 42,9% em relação a maio de 2015 (6.975 em 2015; 9.968 em 2016). Os roubos de veículo também cresceram: 33,2% (de 2.451, em maio de 2015, para 3.265 em maio último).
Sem legado
https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1468732357685
Para o antropólogo Paulo Storani, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), a crise financeira é agravante do aumento da violência. "A situação contribuiu para a piora do quadro, que já estava ruim. Se não há recursos para botar a estrutura necessária na Polícia Militar e para a Polícia Civil investigar, aumentam as oportunidades para os delitos. A possibilidade de a polícia ser ágil, de conduzir em flagrante um preso, é fundamental", disse.
Storani acredita que a Olimpíada não deverá trazer nenhum legado para a segurança no Rio. "A sensação de segurança vai aumentar durante os Jogos Olímpicos, mas vejo com pessimismo o pós. Se investe em estrutura de consumo e, ao término, isso não existe mais", afirmou. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


Executado com nove tiros

Com o rapaz e na casa dele, os policiais militares apreenderam uma pistola e outros objetos


Um homem identificado como Paulo Henrique Alves, de 48 anos, foi morto a tiros na Rua Curitiba, no Jardim Olinda, em Cabo Frio, no final da noite de quinta-feira. Segundo testemunhas, ele passou alguns minutos conversando com outro homem dentro de um Celta vermelho, estacionado junto ao meio fio. Depois de um certo tempo, Paulo Henrique teria saído do veículo, mas foi chamado pelo nome pelo motorista do Celta, que atirou contra ele.
Assustados, moradores da rua acionaram policiais militares, que encontraram Paulo Henrique já morto. Ao lado do corpo foram encontradas nove cápsulas de pistola calibre 9 milímetros, recolhidas por peritos.
O caso está sendo investigado por policiais do Núcleo de Investigação de Homicídios (NIH) da 126ªDP (Cabo Frio), que vão recorrer a imagens de câmeras de segurança da rua para tentar identificar a placa do veículo utilizado pelo criminoso. O corpo de Paulo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Araruama.
Detidos- Um rapaz de 19 anos foi preso por policiais do 25ºBPM (Cabo Frio) na madrugada de ontem, no bairro Manoel Correia.
Os PMs contaram que o rapaz estava num terreno onde foram apreendidos um celular, uma pistola calibre 9mm (com 17 munições intactas), uma sacola com 829 cápsulas de cocaína e sete trouxinhas de maconha. Na casa dele os PMs apreenderam três munições calibre 9mm e um notebook, onde havia foto dele com uma pistola na cintura.
Na 126ªDP (Cabo Frio) ele foi identificado como gerente do tráfico na Favela do Lixo e acabou autuado.
Detidos - Cinco rapazes foram detidos com réplica de pistola na Praça do Cajueiro e levados para a 126ª DP (Cabo Frio), onde prestaram depoimento e foram liberados.



sexta-feira, 15 de julho de 2016

‘Tia Lu’ é presa acusada de atuar como ‘mula’ do tráfico em Niterói


Luciana comprava drogas no Rio e revendia no Morro do Estado
Foto: Divulgação





Por Renata Sena
Suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas há 16 anos, Luciana Barbosa, a Tia Lú,de 41 anos, foi presa por policiais da 76ªDP (Centro), na tarde de ontem, após 10 anos consecutivos agindo no Morro do Estado, no Centro de Niterói.
Ocupando um cargo de confiança dentro da hierarquia do tráfico local, Tia Lú era uma das responsáveis por comprar drogas da Favela do Muquiço, em Guadalupe, Zona Norte do Rio, e revendê-la na comunidade de Niterói. Ligada à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), a acusada também atuava como vapor no Morro do Estado.
Velha conhecida dos policiais, a acusada foi presa em casa, na tarde de ontem, e não resistiu à ação dos policiais da 76ªDP, que recebeu apoio do coronel Fernando Salema, comandante do 12ºBPM (Niterói).
“Recebemos denúncia e seguimos para a residência onde a acusada vivia. Não houve resistência nem dos traficantes, que recuaram quando entramos na comunidade”, explicou o delegado Gláucio Paz, responsável pela prisão.
Contra ela a polícia cumpriu um mandado de prisão temporária de 30 dias.


PM captura ‘Mata Rindo’ durante ação em comunidade de Niterói

TH e Mata Rindo foram flagrados por PMs com pistola e drogas
Foto: Divulgação


Após um mês de investigações, policiais do Serviço Reservado (P-2) do 12ºBPM (Niterói), prenderam Luiz Alberto de Oliveira Camilo, o Mata Rindo,de 21 anos, e Thiago de Almeida Pinto, o Salgadinhoou TH, 22, na manhã de ontem, na Rua 3, na Favela do sabão, em São Lourenço, Niterói.
Os dois eram investigados por agentes da 76ªDP (Centro) por envolvimento com o tráfico de drogas naquela comunidade.
Com a dupla, os PMs apreenderam 442 pinos de cocaína, 120 trouxinhas de maconha, 97 pedras de crack, além de uma pistola, com carregador e quatro munições intactas.
Mata Rindoficou conhecido pelos policiais depois de ser flagrado pelo drone da Divisão de Homicídios vendendo drogas numa laje, na Favela do Sabão. Ao perceber que estava sendo filmado, ele jogou pedras na tentativa de danificar o equipamento.
Os dois foram levados para 76ªDP e autuados por tráfico. Eles já possuíam mandados de prisão por tráfico de drogas.