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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Traficante internacional é preso em São Gonçalo


Apontado como armeiro do tráfico, ele teria ligação com o tráfico de drogas no Paraguai. Também foram apreendidos 100 quilos de maconha, um fuzil e pistolas
Policiais do Serviço de Inteligência (P2) do 12º BPM (Niterói) estouraram um quartel general do tráfico de drogas da facção Comando Vermelho (CV) no bairro Campo Novo, no limite entre os municípios de Niterói e São Gonçalo, na manhã desta quarta-feira (29). Na ação três homens foram presos, entre eles César Sinigalha, de 48 anos, apontado pela PM como armeiro do tráfico.
Segundo a polícia, César mantinha contato direto com traficantes de drogas do Paraguai e estaria entre os principais armeiros da facção, com influência em várias comunidades de Niterói, São Gonçalo e até mesmo envolvimento em comunidades do Rio de Janeiro. Ele já foi preso duas vezes pela Polícia Federal pelos crimes de trafico internacional de armas e contrabando e estava foragido da justiça. Os outros dois suspeitos, de 18 e 48 anos, seriam seguranças do armeiro, de acordo com a PM.
No local ainda foram apreendidos aproximadamente cem quilos de maconha, divididos em tabletes, e ainda foram encontrados um fuzil Ruger calibre 556, duas pistolas e material para embalagem da droga.
O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).
*Em produção


O Fluminense



REUNIÃO ORDINÁRIO DO CONSELHO DA 7ª AISP


quarta-feira, 25 de março de 2015

Reunião Ordinária do Conselho Comunitário de Segurança


A
 Presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública de São Gonçalo / AISP 07 - Srª.Tereza de Magdala , o comandante do 7º BPM (Cel Salema ) e os delegados da 73ª DP , da 72ª DP da 74ª DP da 75ª convidam V. Ex.ª. Para participarem da Reunião Ordinária .

Data: 26 de  Março 2015
Horário: 10 horas
Local:(OAB/SG) Travessa Euzelina, 100 - Ze Garoto, São Gonçalo - RJ, 24440-395 -(21) 2723-6709


°

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Conselho Reunião do Comunitário de Segurança Pública de São Gonçalo / AISP 07


A Presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública de São Gonçalo / AISP 07 -  Srª.Tereza de Magdala , o comandante do 7º BPM  (Cel  Salema ) e os delegados da  73ª DP , da 72ª DP  da 74ª DP  da 75ª convidam V. Ex.ª.  Para participarem da Reunião Ordinária  .

Data: 30 de outubro de 2014

Horário: 10 horas 

Local: Assembleia de Deus em Biquinha
Endereço: Rua Biriqui – Boa Vista – S/ n°











    Próximo ao Viaduto do Piscinão

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ameaçadas por milicianos, testemunhas de assassinatos se calam e até voltam atrás••.


RIO — A violência entrou na vida de Leonardo Baring Rodrigues e de Vicente de Souza Júnior, moradores da comunidade do Barbante, em Campo Grande, depois que ambos testemunharam uma chacina, em agosto de 2008. Após denunciarem que os assassinos pertenciam à maior milícia da Zona Oeste, eles foram inseridos no Programa de Proteção a Testemunhas. Leonardo não se adequou às regras, abandonou a segurança, e acabou sendo caçado e morto em julho de 2009. Na mesma época, o grupo invadiu a casa de Vicente e matou o avô, a mãe, um sobrinho e um tio do rapaz. Hoje, o jovem mora longe do Rio, com outro nome.

 Execução sumária faz parte do sistema de terror imposto pelos grupos paramilitares com o objetivo de eliminar provas e intimidar testemunhas e autoridades responsáveis pela apuração, pela denúncia e pelo julgamento de seus crimes. Dados da Secretaria estadual de Segurança revelam que pelo menos 20 testemunhas foram executadas nos últimos cinco anos. Um dos casos mais emblemáticos foi o assassinato de seis das sete testemunhas da Operação Capa Preta, que teve como objetivo prender 34 integrantes de uma milícia que atua em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Depois que tiveram a prisão relaxada pela Justiça, os milicianos passaram a caçar seus delatores. A única testemunha sobrevivente, o delegado Alexandre Capote, está ameaçado de morte. Além dele, pelo menos outros dois delegados, dois promotores e dois juízes vivem com escoltas permanentes.

Como assassinatos fazem parte da demonstração de força desses grupos, em muitos casos os crimes são cometidos na frente de testemunhas, que passam viver sob ameaça. Titular do 1º Tribunal do Júri, o juiz Fábio Uchôa disse que é comum que testemunhas, amedrontadas, voltem atrás em seus depoimentos.
— Assim que o crime ocorre familiares e vizinhos da vítima, ainda indignados com a violência, apontam os assassinos e ajudam nas investigações. Mas, quando chegam ao Fórum, afirmam que nada viram, por causa de ameaças e perseguições que sofrem — disse o juiz, que aponta a falta de um eficaz programa de proteção à testemunha como um dos maiores obstáculos para a condenação de milicianos.
Em sua sentença sobre o caso da família de Vicente, o juiz Fábio Uchôa afirmou:

“O sequestro confirma que a quadrilha estava caçando e eliminando as testemunhas dos crimes com o intuito de evitar que elas comparecessem ao Tribunal do Júri, além de desestimular novos testemunhos, impedindo, assim, a apuração dos diversos crimes cometidos”.

DISTANTE DA FAMÍLIA

Presente em atos de violência praticados por milicianos contra comerciantes, uma testemunha se tornou alvo constante de ameaças de morte, que também são feitas aos seus parentes. Os autores seriam policiais militares. Mesmo assim, ela resiste a entregar seu negócio.

Grupos de paramilitares controlam o transporte de gás.

— Apesar da prisão de alguns dos chefes da quadrilha, os milicianos ainda controlam tudo por aqui. Minha vida mudou. Eu tive de me distanciar da minha família para tentar evitar que algo de ruim aconteça a ela — afirmou.



sábado, 26 de julho de 2014

Novo troca-troca de comandos nos batalhões de Itaboraí e São Gonçalo




26/07/2014 - Comando Geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro realizou novas alterações nos comandos de vários batalhões do estado, incluindo os municípios de Itaboraí e SG


O Comando Geral da PM realizou nesta sexta-feira(26) alterações nos comandos de batalhões. Entre as mudanças, o tenente-coronel Carlos Eduardo Sarmento da Costa deixa o comando do 7º BPM (São Gonçalo), que passará a ser comandado pelo coronel Fernando Salema Garção Ribeiro, atualmente à frente do 35º BPM (Itaboraí). O Batalhão de Itaboraí, por sua vez, passará a ser comandado pelo tenente-coronel André Henrique de Oliveira Silva, que deixa o comando do 34º BPM (Magé), que será assumido por Sarmento.

A troca de comandos no 35º BPM (Itaboraí) acontece na próxima terça-feira (29), às 10h, e no 7º BPM (São Gonçalo) na próxima quarta-feira (30), às 15h. Não houve alteração no comando do 12º BPM (Niterói), atualmente de responsabilidade do coronel Gilson Chagas.

O coronel Salema ficou 11 meses à frente do Batalhão de Itaboraí. Nesse período, o comandante avaliou como positivo o balanço de sua primeira passagem no comando de uma unidade, o que resultou no 7º lugar no ranking de melhor desempenho entre todas as unidades militares.

“Foi uma grata surpresa o nosso desempenho. Em 11 meses foram duas mil prisões, 44 quilos de cocaína apreendida, 75 quilos de maconha, quase 200 armas e duas mil munições”, informou.

Ao assumir o Batalhão de São Gonçalo, um de seus principais desafios será a captura de Antonácio do Rosário, o Schumaker, apontado pela polícia como responsável pelo tráfico de drogas no Jardim Catarina. Ele teria, ainda segundo a polícia, mandado matar policiais em represália à prisão de supostos comparsas. O soldado Dayvid Lopes Atanásio, de 25 anos, executado na noite do último dia 26 de junho, teria sido morto a mando de Schumacher, afirma a polícia.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Discutindo Segurança


Da esquerda para direita: Paulo Ramos (Deputado estadual), Maria João Gaio ( Presidente da Área Integrada de Segurança Publica de Centro Histórico e Santa Teresa) - José Antonio Borges ( Vice Presidente do Conselho da Área Integrada de Segurança Pública de São Gonçalo).