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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ônibus são incendiados em São Gonçalo e trânsito é bloqueado


Policiais do Batalhão de Choque se deslocaram até São Gonçalo após três ônibus terem sido incendiados. O ataque aconteceu na RJ-104, na altura da Favela Novo México.
O trânsito ficou bloqueado na via. O ataque aos coletivos teria sido uma tentativa de deslocar os agentes que faziam uma operação nas proximidades da comunidade para o local.

Durante a ação, policiais do 7º BPM e do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv) armas e drogas foram apreendidas e três suspeitos de envolvimento com o tráfico foram baleados.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A Polícia Militar Merece Respeito!!




segunda-feira, 16 de junho de 2014

PM prende jornalista do GLOBO que filmava prisão de torcedor argentino


RIO - Um policial militar identificado como sargento Edmundo Faria prendeu, na tarde deste domingo, a repórter do jornal O GLOBO Vera Araújo, quando ela tentava filmar uma ação de PMs na Quinta da Boa Vista. Os policiais deram voz de prisão após a jornalista registrar imagens de um torcedor argentino, que havia sido detido por supostamente urinar na rua.
Irritado com a filmagem, o sargento, que usava uma identificação do grupamento responsável pela segurança durante a Copa, determinou que a jornalista desligasse o equipamento. Embora Vera tenha apresentado a sua identificação profissional, o sargento decidiu prender a jornalista “por desacato à autoridade”.
Após colocar Vera Araújo na patrulha, o sargento, ao invés de seguir imediatamente para a delegacia registrar o caso, percorreu por mais uma hora ruas de Benfica, São Cristóvão e Jacaré. Durante o percurso, sargento Farias tomou o celular da jornalista, que tentava fazer contato com representantes da PM e com o jornal para explicar o mal entendido. Muito nervoso, ele decidiu parar o veículo e algemar Vera Araújo.
— Ele (Farias) apertou tanto que os meus pulsos estão machucados. Ele simplesmente não quis ouvir as minhas explicações. Além disso, me agrediu verbalmente — disse Vera.
Na 17ª DP (São Cristóvão), a jornalista, acompanhada de um advogado do jornal, decidiu registrar o caso como abuso de autoridade. Ela fez exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML). Ao tomar conhecimento do caso, os comandos da Secretaria de Segurança e da Polícia Militar mandaram representantes da Corregedoria de Polícia Militar para a delegacia. Segundo o tenente-coronel Cláudio Costa, relações públicas da PM, a corregedoria vai apurar a responsabilidade do policial.
— O comando da Polícia Militar determinou que o caso seja investigado. O policial será ouvido e, assim que tomarmos o depoimento dele, teremos condições de informar quais as medidas poderão ser tomadas — afirmou Costa.
Em nota, divulgada no fim da noite, a Polícia Militar informou que o sargento "ficará preso administrativamente no Batalhão de Campanha, unidade onde é lotado". No comunicado, a corporação ressaltou "seu respeito e admiração pela jornalista", acrescentando que considera o trabalho da imprensa "fundamental para a garantia da democracia".
Em abril, outro jornalista do GLOBO foi detido por policiais militares quando fazia fotos de uma ação de PMs, durante a desocupação da Favela da Oi, no Engenho de Novo. Um dos policiais derrubou o aparelho celular usado pelo jornalista para filmar a operação. Em seguida, outro PM arrancou seus óculos e lhe aplicou uma chave de braço, acusando o repórter de incitar a violência. Após ser imobilizado, ele foi filmado pelo mesmo policial, que dizia: "Estou filmando um repórter da Globo que estava jogando pedras. Vocês mostram a nossa cara, agora estou mostrando a sua". O policial agressor não usava identificação na farda. Na época, a PM também abriu uma sindicância para apurar a ação dos policiais.
A prisão do repórter em abril levou a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais e o Sindicato dos Jornalistas do Rio a condenarem a prisão do repórter e os ataques à imprensa.



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

"OS BANDIDOS CHEGAM E ANUNCIAM O ASSALTO”




A onda de assaltos em Duque de Caxias tem espalhado a cultura do medo entre a população.  O terror implantado pelos criminosos, que se infiltram no meio das pessoas, que de certa forma acabam por mudar o comportamento, principalmente de quem  já foi vítima de violência.

AUMENTO DA CRIMINALIDADE COM INSTALAÇÃO DE UPPS NO RIO

A migração de criminosos, principalmente traficantes da capital para a Baixada é uma realidade apontada no levantamento feito pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). A população vem sentindo esse efeito e critica a falta de políticas de segurança pública para a região.

O delegado Titular da 60ª DP-Dr Hilton Pinho (Campos Elíseos – ) reconheceu o aumento de assaltos, em  reunião  recente do Conselho Comunitário Segurança , que  ocorreu no  dia 30 de janeiro, no auditório  15º BPM, com  a presença das autoridades policiais, ocasião  onde foi  apresentado os  novos delegados e também  as estatísticas de cada delegacia e do 15º BPM.


“Recebi 10 policiais de reforço, mas 02 estão de licença médica. A policia tem um levantamento do número ideal do efetivo para a delegacia e ainda assim com esse reforço de policiais ainda ficou bem aquém do necessário. 15 pedidos de prisões, o número de assaltos em Campos Elíseos aumentou muito”. “O Disque Denúncia é muito importante para a polícia e para a investigação e é preciso ter cuidado com denúncias vazias de que informações repassadas a esse órgão são vazadas, sendo possível o acesso a informações sigilosas”. Afirma que o disque denúncia é sigiloso e de grande importância para o trabalho da policia.



domingo, 2 de fevereiro de 2014

PM define novas datas para ocupação de favelas em SG



Em reunião entre os comandantes do 4º Comando de Policiamento de Área (CPA), coronel Wolney Dias, e do 7ºBPM (SG), tenente-coronel Carlos Sarmento, ontem, foi acertado os detalhes da primeira etapa do plano especial de policiamento no município. E o “pontapé inicial” será dado no próximo dia 4, com a inauguração da Companhia Destacada do Jóquei.

A sede da unidade será montada, provisoriamente, no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do bairro, mas, em seguida, será transferida para um imóvel mais amplo, onde até o ano passado funcionou uma escola particular. 

Ali, cerca de 200 homens se revezarão em plantões para melhorar o policiamento ostensivo e tentar livrar milhares de moradores do domínio dos traficantes de drogas. Até o fim de fevereiro, o Complexo da Coruja, no Vila Lage, será o próximo a receber uma unidade semelhante. 

“Além de aumentar a sensação de segurança da população, a implantação da unidade representa uma melhoria significativa em nossa operacionalidade. Ao invés de virem ao batalhão, em Alcântara, nossos policiais começarão e terminarão a jornada de trabalho naquela unidade”, afirmou o comandante do 7º BPM (Alcântara), Carlos Eduardo Sarmento. 

Há 23 anos na corporação, tendo em seu currículo o curso de Operações Policiais Especiais, ele afirma ter certeza de que a população saberá reconhecer o trabalho e apoiar a PM, com denúncias. 


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Justiça decreta prisão de mais três PMs do caso Amarildo




Justiça aceitou denúncia do MP, que pediu prisão preventiva para 3 PMs.
Foi pedida a prisão de Reinaldo Gonçalves, Lourival Moreira e Wagner Soares.

A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público e decretou, na noite desta terça-feira (22), a prisão preventiva dos sargentos da Polícia Militar, Reinaldo Gonçalves e Lourival Moreira, e do soldado Wagner Soares. Vinte e cinco PMs foram denunciados. Dez já estão presos há quase 20 dias.

Uma escuta feita pela polícia, com autorização da Justiça, e revelada com exclusividade pelo Jornal Nacional nesta terça-feira (22), foi a prova decisiva para a conclusão do caso para o Ministério Público, que indiciou mais 15 policiais militares pela morte de Amarildo de Souza. Ao todo, já são 25 PMs acusados de participação no desaparecimento do ajudante de pedreiro, no dia 14 de julho. Todos trabalhavam na UPP da Rocinha.

Um homem que se identifica como o traficante Catatau faz ameaças a um policial infiltrado no tráfico - e dá a entender que matou Amarildo, conhecido como Boi. A perícia comprovou que esse homem era o soldado Marlon Campos Reis fazendo uma encenação.

A investigação apontou tentativas de forjar provas e incriminar traficantes da Rocinha pela morte do ajudante de pedreiro. Uma escuta telefônica, autorizada pela Justiça, revelou a manobra.

PM Marlon: Fala aí, seu "X-9". Vou cortar tua cabeça, maluco, tu vai ver.
Não identificado: Camarada. camarada. Deixa eu te explicar aqui.
Marlon: Já botamo (sic) o Boi (Amarildo) na tua conta, neguinho. Já botamo o Boi (Amarildo) na tua conta.

A promotoria disse que foram feitas análises das vozes dos policiais e do traficante de drogas para chegar a essa conclusão. “A perícia feita deu negativa para a voz do Catatau”, completou.

Quatro PMs torturaram Amarildo

Após depoimentos, foram identificados quatro policiais militares que participaram ativamente da sessão de tortura a que Amarildo foi submetido ao lado do contêiner da UPP da Rocinha. Segundo informou o Ministério Público nesta terça-feira (22), testemunhas contaram à policia sobre a participação desses PMs no crime.
De acordo com a promotora Carmem Elisa Bastos, do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), o tenente Luiz Medeiros, o sargento Reinaldo Gonçalves e os soldados Anderson Maia e Douglas Roberto Vital torturaram Amarildo depois que ele foi levado para uma "averiguação" na base da UPP. Ainda segundo eles, outros PMs são suspeitos de participar ativamente da ação.

Enquanto o ajudante de pedreiro era torturado por quatro policiais, outros 12 ficaram do lado de fora, de vigia. Oito  PMs que estavam dentro dos contêineres que servem de base à UPP foram considerados omissos porque não fizeram nada para impedir a violência. Outros cinco policiais que decidiram colaborar com as investigações disseram que o major Edson, então comandante da UPP, estava num dos contêineres, que não têm isolamento acústico, e podia ouvir tudo.

Segundo o MP-RJ, mais 15 policiais militares, entre eles três mulheres, foram denunciados pelo órgão, totalizando 25 acusados pelo crime. As três policiais militares foram denunciadas por tortura –  uma delas havia prestado depoimento na semana passada.

Dos novos denunciados, três terão a prisão preventiva decretada: sargento Reinaldo Gonçalves, sargento Lourival Moreira e soldado Wagner Soares. Gonçalves permanecia no cargo até a manhã desta terça-feira, antes da divulgação do aditamento da denúncia. Segundo a PM, será pedido o afastamento do cargo de todos que tiverem a prisão decretada.
Quatro PMs que estavam no contêiner durante a execução de Amarildo não foram denunciados, já que a promotoria entendeu que eles foram coagidos a aceitar a situacão. "Eles foram debochados pelos outros policiais e, por se sentiram ameaçados, decidiram não interromper o crime", disse a promotora.

Formação de quadrilha

Ainda segundo ela, dentre os denunciados, 13 policiais foram indiciados por formacão de quadrilha. Um deles era o major Edson Santos, que encontrava-se no contêiner de cima, mas que estaria de acordo com toda a situação; um tenente, três sargentos e oito soldados que vigiavam o local do crime.

Do total de denunciados, 17 devem responder também por ocultação de cadáver e quatro por fraude processual, já que houve a tentativa de esconder as provas do assassinato.

Os quatro policiais acusados de tentar ocultar as provas são: major Edson Santos, tenente Luiz Medeiros, soldado Marlon Campos Reis e o soldado Douglas Roberto Vital Machado. O major Edson Santos foi denunciado por todos os crimes, sendo dois deles por fraude processual.

Veja os nomes dos PMs denunciados
Edson Raimundo Dos Santos
Luiz Felipe De Medeiros
Douglas Roberto Vital Machado
Marlon Campos Reis
Jorge Luiz Gonçalves Coelho
Victor Vinicius Pereira Da Silva
Jairo Da Conceição Ribas
Anderson Cesar Soares Maia
Wellington Tavares Da Silva
Fábio Brasil Da Rocha Da Graça
Reinaldo Gonçalves Dos Santos
Lourival Moreira Da Silva
Wagner Soares Do Nascimento
Rachel de Souza Peixoto
Thaís Rodrigues Gusmão
Felipe Maia Queiroz Moura
Dejan Marcos De Andrade Ricardo
Jonatan de Oliveria Moreira
Márcio Fernandes De Lemos
Bruno dos Santos Rosa
Sidney Fernando De Oliveira Macário
Vanessa Coimbra Cavalcanti
João Magno De Souza
Rafael Bayma Mandarino
Rodrigo Molina Pereira

domingo, 1 de setembro de 2013

Polícia apreende botijões de gás em depósitos clandestinos no Recife


Operação também foi a imóvel em Olinda que fornecia bujões ilegais.
Denúncia que motivou ação foi do Ministério Público de Pernambuco.

 Dezenas de botijões de gás vendidos em depósitos clandestinos foram apreendidos, nesta sexta (30), em Olinda e Recife, por agentes da Delegacia de Defesa do Consumidor. Cinco pessoas foram detidas. A denúncia foi do Ministério Público de Pernambuco.

A operação começou pelo bairro da Campina do Barreto, na Zona Norte do Recife, onde uma camionete carregada de botijões foi apreendida, pois o dono não tinha permissão para vender gás. Em seguida, os policiais seguiram para Peixinhos, em Olinda, onde funciona o depósito de gás que havia vendido os botijões para o dono da camionete.

Outra equipe foi para o Córrego da Areia, em Nova Descoberta, também na Zona Norte do Recife. No local, um depósito com 40 botijões, entre cheios e vazios, funcionava de forma irregular. A funcionária do só tinha a autorização do Corpo de Bombeiros, mas faltava o restante da documentação obrigatória, como licença da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o alvará da Prefeitura e a autorização da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH). Outra irregularidade é que o depósito também vendia garrafões de água mineral no mesmo ambiente onde estavam os botijões de gás. Por lei, os dois produtos têm de estar em ambientes separados.

Ainda na Zona Norte do Recife, os agentes foram a uma casa no Alto José Bonifácio. Havia a denuncia de que o dono da casa estaria vendendo gás. A polícia entrou na casa, mas não encontrou nenhum botijão. Perto dali, no Morro da Conceição, botijões foram apreendidos em duas casas.

Cinco pessoas foram detidas e levadas para a Delegacia de Defesa do Consumidor para prestar depoimento. O delegado Roberto Wanderley disse que esse tipo de operação contra a venda clandestina de gás de cozinha tem sido intensificada nas últimas semanas. "Todos vão responder pelo mesmo crime, que é a venda de derivados de petróleo. Estamos abrindo inquéritos policiais, apreendendo todo material, para que eles possam responder na Justiça", explicou.