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segunda-feira, 22 de março de 2010

PRÓXIMA REUNIÃO DO CONSELHO COMUNITÁRIO DE SEGURANÇA


REUNIÃO DIA 27/05/10 ( ÙLTIMA 5ª FEIRA DO MÊS) 10:H - ACESC ( ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL E EMPRESARIAL DE SÃO GONÇALO) - Rua Feliciano Sodré, 82, 1°andar, centro de São Gonçalo.

IV ENCONTRO ANUAL DO FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA



O IV encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública , considerado um dos mais importantes eventos na área de Segurança Pública do Brasil, foi realizado de 15 á 17 de março, no Centro de Exposição e Convenções, Expo Center Norte, localizado na Vila Guilherme, na zona norte da Capital. O presidente do Conselho da 7ª AISP (Área Integrada de Segurança), José Antonio Borges, compareceu ao fórum, que tratou de assuntos que apontam caminhos para o papel dos municípios na Segurança Pública, Ferramentas de gestão policial para a execução do policiamento com base no controle e análise de indicadores, Gestão de Segurança pública e Crime Organizado e a regulamentação do uso da força e técnica de abordagem como instrumento de garantia dos direitos humanos

Os temas exigiram de policiais militares, civis e federais, gestores de segurança pública, pesquisadores, representantes da liderança da sociedade civil de todo País, representante do terceiro setor e outros profissionais atuantes na área de segurança pública muito comprometimento, já que hoje é sabido o grande índice de corrupção dentro de algumas instituições militares, e como falar de tal coisa com contexto democrático?

Durante o encontro foram discutidos diversos temas relacionados à segurança no País. Entre eles destacou-se a valorização do profissional como ferramenta da gestão; prevenção e investigação de homicídios: estratégias consolidadas e novos desafios.

Os conteúdos debatidos foram subdivididos em conferências internacionais e 29 mesas redondas, com amplo espaço para discussões. Uma das mais importantes conferência aconteceu, no dia 16, às 9h, e abordou o tema “Governança Policial em Contextos Democráticos” e foi ministrada pelo chefe da Seção de Corrupção e Crimes Econômicos das Nações unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), cargo de Dimitri Vlassis.

segunda-feira, 8 de março de 2010

SEGURANÇA PÚBLICA


Deputados são favoráveis à criação de piso salarial nacional para policiais
A aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 300, na Câmara Federal, a qual institui o piso nacional único para policiais civis e militares, foi considera muito positiva pelos deputados estaduais. A iniciativa visa implantar um piso de R$ 3,5 mil para policiais de menor graduação (soldados, no caso da Polícia Militar) e R$ 7 mil para os oficiais do menor posto.

O deputado Isnaldo Bulhões (PDT) disse que a iniciativa é “mais do que justa” por envolver uma atividade de risco. “É uma categoria que não é devidamente gratificada pelo serviço que presta”, analisa ele. Para Bulhões, o novo piso salarial, nos valores divulgados, deverá combater os casos de corrupção junto à tropa. Na visão do parlamentar, além da questão salarial, os governos não podem esquecer de dotar as polícias de material e equipamento necessários para o bom desempenho da atividade policial. Bulhões disse que conversou com o senador Renan Calheiros (PMDB) no início da semana e este lhe garantiu que tão logo a matéria chegue à Casa, deverá receber uma rápida tramitação.

O deputado Jeferson Moraes (DEM), ao tempo em que comemora a iniciativa dos deputados federais, também demonstra um certo ceticismo. Para ele, o projeto é “sensacional”, mas considera que o momento é inoportuno. Ele teme o uso eleitoral da PEC. “Sem dúvida alguma, trata-se de uma iniciativa importante por garantir mais dignidade para os policiais, mas por que não se discutiu a proposta antes, num outro momento, distante das eleições?”, questiona Moraes.
O deputado Judson Cabral (PT) também concorda com os elogios relacionados à matéria. O petista admite, ainda, que a PEC poderá suscitar outras categorias a reivindicar melhoria salarial.

A emenda aprovada determina que a remuneração será paga na forma de subsídio. Nessa sistemática, não há soldos ou gratificações e sim apenas um valor único, adicionado de valores não tributáveis, como auxílio-alimentação, auxílio-creche e vale-transporte ou diárias. As regras valem tanto para os servidores da ativa quanto para os inativos e pensionistas.

Como a remuneração desses profissionais é de responsabilidade dos estados, a mesma lei que estabelecer o piso nacional regulamentará o funcionamento de um fundo com parte da receita tributária da União para complementar o pagamento do piso. A lei também definirá o prazo de duração do fundo. O piso será implementado de forma gradual, observando prioridade a ser estabelecida por decreto do Poder Executivo federal.

Após a aprovação no plenário da Câmara Federal, os deputados irão analisar alguns destaques apresentados ao texto original e, em seguida, o projeto segue para apreciação do Senado Federal.

quarta-feira, 3 de março de 2010

SOBREVIVENTE DE SEQUESTRO NO BRASIL BUSCA REFÚGIO NOS ESTADOS UNIDOS


O engenheiro civil C.H.C. alega ter sido alvo da ação de milícias no Rio de Janeiro

O engenheiro civil C.H.C., de 46 anos, alega ter sido alvo da ação de milícias na Zona Oeste do Rio de Janeiro

Futura sede da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, a “Cidade Maravilhosa”, cartão postal do Brasil, abriga camufladamente milícias, uma força paralela e não oficial formada por policiais que tiram traficantes de drogas das favelas cariocas e controlam a vida das comunidades carentes. Atuando de forma eficiente no estilo “rei morto, rei posto”, agentes corruptos expulsam marginais, assumem o controle da entrada e saída de pessoas nos morros e cobram uma quantia mensal dos moradores por “proteção”. Não pagar as milícias, pode ser tão perigoso quanto conviver com a criminalidade cotidiana, que há décadas vem deteriorando a qualidade de vida na capital fluminense e fazendo vítimas inocentes. Como um câncer que não discrimina entre sexo, raça, idade e religião, ninguém está imune aos efeitos devastadores da violência na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

O engenheiro civil C.H.C., casado, 46 anos, que pediu para não ser identificado por questões de segurança, foi mais uma vítima da ação de milícias. Ele alega que em 18 de janeiro desse ano, sofreu uma tentativa de seqüestro por recusar-se a pagar o “pedágio” cobrado por “milicianos”, policiais da ativa e reserva formadores de milícias. Apesar de não morar necessariamente em uma área carente, a proximidade de sua residência à favela Vila da Miséria, no Largo do Tanque, o pôs no perímetro de atuação dessa força paralela que quase lhe custou a própria vida e comprometeu o bem-estar de sua família.

“Hoje, a violência no Rio é generalizada, mas escondida. Existe o tráfico, o traficante, e o problema agora são os ‘milicianos’, compostos de policiais da ativa e reserva que se unem para poder tomar o morro do traficante. Na verdade, nessa situação não age a força policial legal, quem vai são os milicianos, que entram e têm a amizade e respaldo da polícia e fazem o serviço, dar tiros”, disse ele.

Segundo C.H.C., todos os meses é passada uma lista de coleta na área, através da qual os residentes nas áreas carentes são coagidos a pagar a quantia de R$ 10 por “proteção”, ou correm o risco de sofrer represálias. “Todos os meses é passada uma lista de todas as moradias, quando todos devem dar dez Reais por casa. Já no comércio, o valor é diferente, ou seja, há uma variação de valores”, detalhou.

Após a recusa em pagar tal pedágio à milícia, na noite de 18 de janeiro, as vidas de C.H.C. e sua família tomaram um rumo dramático, culminando com uma tentativa de seqüestro, segundo ele. “Quando desci do carro e abri o porta-malas para pegar as compras, encostou um Palio com quatro indivíduos no interior, muito rápido. Dois deles me renderam e anunciaram um seqüestro, no meu carro. Lá, essa violência é normal”, disse.

Entretanto, na Praça Seca, ainda em Jacarepaguá, C.H.C. percebeu que os seqüestradores tomaram o rumo do Morro São José, na serra da Covanca. “Estranhei quando percebi que eles estavam me levando para o morro, então, perguntei: Vocês já têm o carro e o dinheiro, então, o que querem mais? A porta estava destravada e no momento que ele reduziu a velocidade para entrar à direita eu abri a porta e pulei. O cara que estava na porta atirou”, disse ele.

A bala passou a poucos centímetros da cabeça do engenheiro, que se levantou e começou a correr. “Eu corri que nem um desesperado, descendo o morro, por volta de dez e quinze da noite, até chegar à Praça Seca, em um ponto de taxi”, comentou.
Ao entrar no taxi, ele dirigiu a 28ª Delegacia, localizada na Praça Seca, onde preencheu o boletim de ocorrência. Entretanto, depois do incidente, vários veículos estranhos começaram parar em frente à casa do engenheiro. “À noite, chegando do trabalho, observei um Gol com vidros escuros e falei com a minha esposa: Esses caras estão me vigiando, porque eu chego e eles saem”, disse ele.

Após deixar os filhos e a esposa na residência de sua mãe e sofrer outra tentativa de seqüestro, C.H.C. rumou à cidade de Cabo Frio, onde possui uma casa de verão e conversou com policiais amigos em busca de ajuda. Após contratar um policial como segurança, identificado como “Mauro”, o engenheiro retornou acompanhado a Jacarepaguá. Na mesma noite, quando o segurança contatou a polícia local para perseguir os veículos que estavam estacionados em frente à casa de C.H.C., ambos tiveram uma surpresa.

“Eles (policiais) foram realmente ao final da rua, mas quando chegaram lá viram que eram colegas. A milícia era formada por policiais. O segurança me disse que eles (policiais) não revelariam o que aconteceu lá em cima”, disse ele.

C.H.C. atua como engenheiro há 16 anos e, eventualmente, realiza o pagamento do salário dos operários da empresa onde trabalha, em virtude disso, ele acredita que membros da milícia pensam que ele seja proprietário de uma construtora.

“Sou um engenheiro que faz o pagamento da empresa, então, para eles eu sou construtor e tenho dinheiro. Eles acham que eu sou o dono da empresa. Eles acham que eu tenho grana e o objetivo final disso aí é o seqüestro, por isso, eles ainda estavam tentando. O que ocorreu no primeiro (seqüestro), quando eu saí do carro e quase levei um tiro, o final não seria aquele. Eles iriam pedir um resgate”, concluiu ele.

O engenheiro disse que buscou a ajuda das autoridades locais. “Tive que sair do local, onde eu moro. Fui à autoridade policial. Voltei à delegacia (41ª) da área, onde me disseram: Não podemos fazer nada por você. Eles me disseram para eu me mudar. Fui à primeira delegacia (28ª), onde preenchi o boletim de ocorrência, e a resposta foi a mesma: Não podemos fazer nada por você. Fui a um primo que é policial e ele me disse: O que eu posso fazer é resguardar seus filhos, somente posso te ajudar nisso”.

“Você fica numa situação difícil, porque as autoridades locais não te dão esse respaldo”, acrescentou.
Depois de encontrar um local seguro para sua família, C.H.C. buscou refúgio nos Estados Unidos, onde possui duas irmãs residentes no estado de New Jersey. Ele disse que não sabe se pretende ficar nos EUA, pois precisava de um lugar neutro para poder avaliar a situação.

“Tive que pegar um avião, mas não queria dar esse prazer a eles (milicianos). Larguei meus filhos, mulher e profissão. Vim para cá contrariado, pois não adianta chegar aqui e deixar a família na mira desses caras”, disse ele.
C.H.C. enfatizou a necessidade urgente das autoridades brasileiras terem noção da dimensão do problema. “Na verdade, através dessa entrevista que estou concedendo, eu gostaria que as autoridades brasileiras tivessem noção do que está ocorrendo, porque é uma pura mentira o que eles estão ‘divulgando. Eles investem no turismo e ninguém tem segurança. O turista lá toda hora é assaltado, eles matam. Isso na área mais policiada que é a zona sul”, disse ele.

O engenheiro não definiu seus planos para o futuro e demonstrou pessimismo com relação à manutenção da segurança durante a Copa Mundial e as Olimpíadas. “A polícia está atuando na zona sul, onde ocorrerão os jogos, na Barra da Tijuca. Existe a conivência das autoridades sim, pois se elas tiram o tráfico, porque não tiram a milícia? Vale a corrupção, porque eles (milicianos) ficam com tudo dos traficantes e ainda cobram pedágio dos moradores. De repente, estou sofrendo represálias porque não aceitei a pagar o pedágio que a milícia exigiu”, concluiu.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

MATADOR DE ALUGUEL É SUSPEITO DE MATAR CORONEL DA PM QUE COMBATIA CORRUPÇÃO EM SP



SÃO PAULO - Um matador de aluguel foi preso e é suspeito de ter matado o coronel da PM José Hermínio Rodrigues, comandante de Policiamento Metropolitano da Zona Norte. O coronel foi morto com seis tiros disparados de uma pistola 380 mm quando passeava de bicicleta em uma avenida da Zona Norte de São Paulo, em janeiro de 2008. O matador teria sido contratado por policiais militares. Um dos policiais foi indiciado pelo crime . Nos próximos dias, deve ser pedida a prisão de pelo menos mais quatro PMs. Os policiais foram acusados de matar um traficante. Havia ainda suspeita de integrarem um grupo de extermínio.

O matador de aluguel foi preso na última segunda-feira por um outro crime. Wellington de Carvalho Franco, 30 anos, é paulistano, tem Segundo Grau completo e é acusado de cobrar de R$ 5 mil a R$ 30 mil para matar uma pessoa. Na lista de clientes dele, estão empresários e comerciantes da capital paulista. Segundo a polícia, ele é suspeito de envolvimento em 40 assassinatos nos últimos quatro anos.
Wellington acusou dois PMs de ter planejado o assassinato do coronel José Hermínio Rodrigues. Wellington disse que sabe da história, mas nega ser o autor dos tiros. O motivo do assassinato seria a ação do coronel contra a corrupção policial.

- Como o coronel Hermínio assinou a transferência deles, assim que o coronel morresse, eles voltariam para o 18º Batalhão, porque era a área que eles conheciam - disse Wellington.

O coronel, de 48 anos, foi assassinado a menos de 100 metros de uma base policial, na manhã de uma quarta-feira. Rodrigues estava em férias e andava à paisana de bicicleta na Avenida Engenheiro Caetano Álvares, no Mandaqui, próximo à Academia de Polícia do Barro Branco e do Clube dos Oficiais da Polícia Militar. Ele foi abordado por uma dupla que estava em uma motocicleta. A Policia Militar disse inicialmente que o oficial teria reagido a uma tentativa de assalto. Pelo menos 12 pessoas foram assassinadas na região após a morte do coronel .

Por medida de segurança, Wellington está sozinho numa cela, isolado dos outros presos. Ele pode ser condenado a mais de cem anos de prisão.

Outros crimes do matador

As principais testemunhas dos crimes cometidos por Wellington vivem hoje sob proteção policial. De acordo com a delegada Alexandra Comar de Agostini, ele comete a maioria dos crimes com uma pistola de calibre 380 e atira principalmente na região do rosto.

- Era um matador de aluguel e ele não escondia isso de ninguém - garante uma testemunha.

Segundo a investigação, outra vítima de Wellington é o porteiro José Cleyton Rocha, o Baianinho, morto em 2008.
- A gente via o fogo das balas saindo do carro dele e indo até o Baianinho - conta uma testemunha.

De acordo com a polícia, Wellington também matou o comerciante Roberto Sales, em junho do ano passado. Wellington chegou a fazer um leilão do crime.
- Ele falou: Roberto, eu recebi uma proposta de R$ 5 mil para te matar. Se você tiver uma contraproposta, o mal vai ser virado contra o feiticeiro, entendeu? - contou uma testemunha.

Não houve negociação. O mandante do crime, segundo a policia, é Rodrigo Silva Santos, dono de uma casa de shows e de uma clínica de estética, na Zona Norte de São Paulo. Ele teve a prisão decretada e está foragido. Wellington nega e diz que não matou ninguém. Ele diz que sua profissão é comerciante e passa a maior parte do tempo com a mãe.

Outra vítima é Fábio Muniz do Amaral, de 46 anos, corretor da Bolsa de Valores de São Paulo. As investigações indicam que a mulher de Fábio, Aparecida Bezerra da Silva, de 30 anos, contratou o matador por R$ 30 mil.

- Eles tinham uma relação às vezes um pouco agressiva, mas nada que escapasse de uma relação de um casal normal - conta o advogado da família de Fábio, José Chiachiri Neto.

O crime aconteceu em fevereiro do ano passado. Fábio tinha ido buscar a mulher na loja de roupas dela. Obtidas com exclusividade pelo Fantástico, as imagens das câmeras de segurança mostram Fábio ainda vivo e o momento em que Aparecida vai para o interior da loja. Segundos depois, ele é morto com dois tiros por um homem que estava na garupa de uma moto.

A polícia não tem dúvida de que o homem é Wellington. Também não tem dúvida do motivo do crime. O corretor da Bolsa de Valores tinha feito um seguro de vida no valor de R$ 120 mil. Aparecida era a única beneficiária.

Wellington foi preso na última segunda-feira e, no mesmo dia, o celular dele tocou na Delegacia de Homicídios. Ele disse que era Aparecida, a mulher acusada de mandar matar o marido. Aparecida é considerada foragida da Justiça.

As próximas vítimas do matador de aluguel seriam um capitão da Polícia Militar e a namorada do PM. O policial trabalha em um batalhão na Zona Oeste da capital paulista. De acordo com a investigação, o matador pretendia assassinar o casal ainda este mês. Segundo a polícia, o crime teria sido encomendado por um agiota. Alegando questões de segurança, o militar preferiu não gravar entrevista.

O matador morava em uma casa na Zona Norte de São Paulo. Pessoas ouvidas pelo 'Fantástico' dizem que Wellington era visto com frequência no bairro, acompanhado por policiais militares. Ele chegava a se apresentar como PM.

- Eu já o vi várias vezes armado no meio de policiais militares da área - conta uma testemunha.

A algema apreendida com ele ajudava a reforçar a imagem de que era policial. No depoimento, o matador desconversou: "Eu usava quando saía com alguma garota".

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

NOVO COMANDANTE DO 7º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR DE SÃO GONÇALO


Na foto da esquerda para a direita. -Vice-presidente: Carlos Alberto de Paulo, Presidente: Jose Antonio Borges, Novo Comandante: Tenente Coronel : Roberto Gil, , Conselho de ética : Senhor Otávio



O Presidente do Conselho da 7ª AISP/SG( área Integrada de Segurança Pública) José Antonio Borges, convida a todos para a reunião mensal que acontecerá amanhã (28/01) às 10h, nas dependências da ACESG ( Associação Comercial e Empresarial de São Gonçalo), – Rua Feliciano Sodré ,82 – 1º Andar – Centro – São Gonçalo. Nesta oportunidade será apresentado aos munícipes de São Gonçalo o Novo Comandante do 7º batalhão- Tenente Coronel , Roberto Gil

Em todo o estado são 40 AISP, cada qual representada pelos comandantes dos batalhões da Polícia Militar e delegados titulares das delegacias distritais. Numa gestão participativa, a sociedade é convidada a identificar os crimes mais comuns, discutindo soluções integradas e acompanhando os resultados das medidas adotadas. Mensalmente, cada AISP promove, ainda, um Café Comunitário para avaliações do policiamento local com representantes da sociedade.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

PRÓXIMA REUNIÃO DO CONSELHO COMUNITÁRIO DA 7ª AISP

PRÓXIMA REUNIÃO DO CONSELHO COMUNITÁRIO DA 7ª AISP

DIA 28 DE JANEIRO DE 2010

CCS - ACESG/ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SÃO GONÇALO - RUA FELICIANO SODRE, 82 - 1ª. ANDAR - CENTRO - SÃO GONÇALO/RJ - 10:00H